A Associação Portuguesa de Historiadores da Arte (APHA) foi fundada em 1989, com o intuito de promover a preparação científica dos seus associados e a sensibilização da população para os valores culturais e artísticos do nosso património. A vontade de afirmar a História da Arte como ramo do saber mobilizou, então, um conjunto de professores universitários, representativos das diferentes escolas do país.

Actualmente, a APHA conta com cerca de 700 associados inscritos, entre estudantes dos três ciclos de ensino, investigadores em início de carreira, reconhecidos académicos e profissionais de diferentes áreas da cultura.

Na continuidade do trabalho desenvolvido, a APHA pretende agora consolidar a sua presença junto de associações similares, em Portugal e no estrangeiro, e impor-se como agente de diálogo construtivo perante as autoridades e instituições com responsabilidades no domínio da História da Arte.

Para fomentar a prática e a visibilidade da disciplina, a APHA disponibiliza hoje aos seus associados diversas ferramentas, como a base de dados sobre projectos e investigações em História da Arte Portuguesa, um conjunto de recursos electrónicos e informações regulares sobre oportunidades e iniciativas, nacionais e estrangeiras, no âmbito da História da Arte.

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Jornada Internacional “Investigar em História da Arte do Renascimento”

21 de Fevereiro | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

A História da Arte enquanto disciplina científica estruturou muito do seu pensamento crítico e afinou metodologias de análise da obra de arte trabalhando sobre a arte do Renascimento. Logo a partir do contributo vasariano, analisou-se a importância do movimento em Itália, nos seus mais variados contornos, passando-se, em seguida, a discutir e a encontrar especificidades em diferentes conjunturas históricas europeias, em busca dos verdadeiros contornos epistemológicos e formais do fenómeno, contrapondo-o com práticas anteriores e nele baseando práticas artísticas futuras. Neste contexto, também a historiografia portuguesa se preocupou em encontrar uma especificidade para o largo tempo do renascimento, encontrando nele modernamente uma originalidade e uma frescura de abordagem que cumpre colocar em destaque, em especial no que concerne ao estudo da arquitectura e das restantes artes. Neste contexto, a paridade de metodologias, de preocupações conceptuais e de objetivos de investigação aconselha um olhar científico que cada vez mais se alonga aos contextos peninsulares e também europeus. A Jornada que se apresenta pretende exatamente criar um espaço de diálogo entre investigadores profissionais que se dedicam ao estudo da arte do Renascimento, desejando-se a partilha do conhecimento e das metodologias de análise baseadas em casos concretos de investigação. A entrada livre e com direito a certificado de participação.

Organização: ARTIS – Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Comissão organizadora: Fernando Jorge Artur Grilo (ARTIS-IHA/FLUL); Joana Balsa de Pinho (CLEPUL/FLUL; ARTIS-IHA/FLUL); Ricardo J. Nunes da Silva (ARTIS-IHA/FLUL: ESART/IPCB). Instituições associadas: Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CLEPUL); Gabinete de Investigação: Misericórdias e Instituições similares – assistência, património e cultura (CLEPUL-ULisboa); Gabinete de Investigação: IMAGINARE – Estudos de Arte e Património em Portugal na Época Moderna (CLEPUL-ULisboa); Cátedra Infante Dom Henrique para os Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização – Universidade Aberta (CIDH); Red Temática de Investigación Cooperativa sobre el Arte Tardogótico; Fundação para a Ciência e a Tecnologia – Ministério de Ciência e Tecnologia de Portugal (FCT).

Esta iniciativa conta com apoio da Associação Portuguesa de Historiadores da Arte (APHA).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Celebração de protocolo entre a APHA e o Comité Español de Historia del Arte (CEHA)

A APHA e o CEHA assinaram um protocolo de cooperação com vista a promover e divulgar a História da Arte e os profissionais que a ela se dedicam no espaço ibérico.

O memorando foi ratificado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no dia 20 de Novembro de 2017, por ocasião do III Congresso Internacional do Tardo-Gótico, que contou o apoio de ambas as Associações.