A Associação Portuguesa de Historiadores da Arte (APHA) foi fundada em 1989, com o intuito de promover a preparação científica dos seus associados e a sensibilização da população para os valores culturais e artísticos do nosso património. A vontade de afirmar a História da Arte como ramo do saber mobilizou, então, um conjunto de professores universitários, representativos das diferentes escolas do país.

Actualmente, a APHA conta com cerca de 700 associados inscritos, entre estudantes dos três ciclos de ensino, investigadores em início de carreira, reconhecidos académicos e profissionais de diferentes áreas da cultura.

Na continuidade do trabalho desenvolvido, a APHA pretende agora consolidar a sua presença junto de associações similares, em Portugal e no estrangeiro, e impor-se como agente de diálogo construtivo perante as autoridades e instituições com responsabilidades no domínio da História da Arte.

Para fomentar a prática e a visibilidade da disciplina, a APHA disponibiliza hoje aos seus associados diversas ferramentas, como a base de dados sobre projectos e investigações em História da Arte Portuguesa, um conjunto de recursos electrónicos e informações regulares sobre oportunidades e iniciativas, nacionais e estrangeiras, no âmbito da História da Arte.

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Ciclo de homenagem a Paulo Varela Gomes (1952-2016)

A Associação Portuguesa de Historiadores da Arte (APHA) homenageia um nome maior da História da Arte em Portugal, Paulo Varela Gomes, com um ciclo de conferências dedicadas ao seu legado académico, crítico, historiográfico e literário.

No dia 16 de Julho, no Museu de S. Roque, em Lisboa, realiza-se a segunda sessão do ciclo com um conjunto de intervenções que incidirão sobre o Oriente no percurso e na obra de Paulo Varela Gomes.

Paulo Varela Gomes nasceu em Lisboa, a 28 de Outubro de 1952, e faleceu em Podentes, concelho de Penela, a 30 de Abril de 2016, depois de uma prestigiada carreira como professor universitário, historiador de arte e de arquitectura, crítico e escritor. Colaborou regularmente com jornais e revistas, da especialidade e generalistas, tendo-se tornado conhecido do grande público também pela apresentação do documentário televisivo O Mundo de Cá, de que foi co-autor, sobre a presença portuguesa no Oriente.

O ciclo de homenagem centra-se na abordagem do perfil intelectual que Paulo Varela Gomes apresentou ao longo do seu percurso profissional, consistindo em quatro sessões públicas sobre alguns temas essenciais do trabalho do homenageado: a História da Arquitectura, o Oriente, a Pintura e a Literatura.

Cada sessão contará com um moderador e um painel, composto por figuras do meio universitário, museológico, literário e editorial, que irão testemunhar e salientar os principais contributos trazidos por Paulo Varela Gomes para as várias áreas disciplinares.

A entrada é livre e sujeita à capacidade da sala.

Visite a página do evento no Facebook.


«La Historia del Arte en Portugal. El papel del APHA»

A Associação Portuguesa de Historiadores de Arte participou no XXII Congreso Nacional de Historia del Arte organizado pelo Comité Español de Historia del Arte (CEHA), que teve lugar na Universidade de Burgos, nos dias 19-22 de Junho de 2018 (https://www.ceha2018ubu.com).

Em reposta ao convite endereçado pelo CEHA, e que resultou do protocolo celebrado entre este comité e a APHA a 20 de Novembro de 2017, as historiadoras de arte Joana Balsa de Pinho e Patrícia Monteiro, membros da actual direcção da APHA, apresentaram no congresso a comunicação «La Historia del Arte en Portugal. El Papel del APHA», onde foram abordados, nomeadamente, os tópicos:

  •  História da APHA, desde a sua criação até ao presente;
  • Principais linhas de acção da APHA (quando surgiu e ao presente);
  • A História da Arte em Portugal enquanto disciplina (o ensino da História da Arte actualmente);
  • Actividades desenvolvidas pela APHA, nos últimos anos e no presente triénio (actual direcção);
  • O esforço de divulgação de várias iniciativas levado a cabo pela APHA.

Dessa participação, deixamos o registo fotográfico amavelmente cedido pelo nosso associado Prof. Doutor Ricardo Silva, também interveniente no congresso.

 

 

 

 

 

 

 

 


Seminário Transfronteiriço – Quatro Estações no Rio Tejo

18 e 19 de Maio | Museu de Lisboa – Palácio Pimenta.

Encontro organizado pelo Comité Español de Historia del Arte (CEHA) e apoiado pela Associação Portuguesa de Historiadores de Arte (APHA), o seminário é uma iniciativa integrada no Ano Europeu do Património Cultural 2018 e tem por objectivo fomentar o sentimento de pertença e respeito em relação a um património em redor do rio Tejo, elemento de coesão de uma diversidade cultural que ultrapassa fronteiras geográficas.

Consta de “quatro estações” que correspondem aos marcos patrimoniais mais representativos do Tejo: Aranjuez, Toledo, Alcântara e Lisboa. Cada um destes locais especializa-se num aspecto patrimonial concreto, nomeadamente, o mundo cortesão, a definição urbana, os territórios e paisagens, e o grande estuário lisboeta.

Em Lisboa, a 18 de Maio, no Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, a partir das 16 horas, realizam-se as conferências (entrada livre):

“O Tejo entre Lisboa e a Torre de Belém nos séculos XVI e XVII: uma abordagem iconográfica”, por José Manuel Garcia (Gabinete de Estudos Olisiponenses);

“O Tejo visto por Gabriel del Barco: o grande panorama de Lisboa em azulejos (1698-99)”,  por Pedro Flor (Universidade Aberta; Instituto de História da Arte da FCSH da Universidade Nova de Lisboa).

A 19 de Maio, e com início às 10h, terá lugar uma visita orientada por Paulo Almeida Fernandes (coordenador do Museu de Lisboa – Palácio Pimenta).

“Cuatro estaciones en el rio Tajo” é a primeira actividade resultante do protocolo de cooperação assinado entre o CEHA e a APHA no quadro das relações das associações e futuros projectos em comum. O seminário tem a coordenação científica de Palma Martínez-Burgo García (Faculdad de Humanidades de Toledo, Universidad de Castilla – La Mancha).

 


 

Congresso Internacional “Nicolau Chaterene e a Prática Escultórica no Contexto das Artes do Século XVI”

22 a 24 de Outubro | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Este evento científico é uma organização do ARTIS – Instituto de História da Arte (FLUL) e do CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (FLUL), em parceria com a CIDH – Cátedra Infante D. Henrique para os estudos Insulares Atlânticos e a Globalização (UAb) e com a Escola Superior de Artes Aplicadas (IPCB); contando, ainda, com o apoio da Red Temática de Investigación Cooperativa sobre el Arte Tardogótico (Siglos XV-XVI).

Pretende-se que seja um fórum de debate e de reflexão sobre as últimas investigações científicas desenvolvidas no contexto da escultura do Renascimento, em Portugal e na Europa, e, assim, reunir um conjunto significativo de investigadores, nacionais e internacionais, que nos seus trabalhos abordem as diversas problemáticas definidas como áreas temáticas do congresso: Nicolau Chanterene e o seu tempo; Intercâmbios de artistas, formas e ideias em Portugal e na Europa; Prática escultórica e suas especificidades; Técnicas e materiais; A escultura no contexto da arquitetura; Geografias oficinais; Estéticas em diálogo: Tardo-gótico e Renascimento; Escultura e iconografia; Fontes e modelos; Teoria da imagem; Práticas de conservação e restauro de escultura; Património escultórico no contexto do colecionismo e da museologia.

A chamada para propostas de comunicação encontra-se aberta até ao dia 30 de Abril.

 


 Celebração de protocolo entre a APHA e o Comité Español de Historia del Arte (CEHA)

A APHA e o CEHA assinaram um protocolo de cooperação com vista a promover e divulgar a História da Arte e os profissionais que a ela se dedicam no espaço ibérico.

O memorando foi ratificado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no dia 20 de Novembro de 2017, por ocasião do III Congresso Internacional do Tardo-Gótico, que contou o apoio de ambas as Associações.